Análise teórica dos diferentes traços e métodos na elaboração de concretos de pós reativos- CPR

dc.contributor.advisorPiccinini, Ângela Costa
dc.contributor.authorXavier, Keila Mayany
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2018-11-05T20:59:44Z
dc.date.available2018-11-05T20:59:44Z
dc.date.created2018-07
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civilpt_BR
dc.description.abstractO concreto de pós reativos (CPR) é uma mistura que não possui agregado graúdo em sua composição. Sua constituição se dá basicamente por materiais finos, entre eles, cimento, areia, sílica ativa, pó de quartzo, superplastificante e uma relação água/cimento, entre 0,15 a 0,30. O diâmetro máximo das partículas deve ser no máximo de 2 mm e a resistência à compressão pode ultrapassar os 200 MPa, podendo atingir, segundo algumas referências bibliográficas, 800 MPa. No âmbito internacional, o concreto de pós reativos, além de já ter sido aplicado em obras, como passarelas, coberturas, pontes, mostra-se, também, como alternativa de aplicação em obras hidráulicas, construções para armazenamento de rejeitos radioativos, peças para indústrias mecânicas, mobiliários, entre outras. No entanto, no Brasil, o CPR é um compósito relativamente novo e ainda pouco difundido, existe uma carência de estudos sobre as vantagens desta mistura. Neste contexto, este trabalho tem por objetivo analisar e comparar teoricamente referências bibliográficas que tratam do estudo experimental do concreto de pós reativos. Pode-se verificar que para o desenvolvimento de uma dosagem deve ser levado em consideração muitos fatores que interferem diretamente nas resistências que serão obtidas. Observa se a importância de um estudo químico/físico para a caracterização dos materiais que serão utilizados para a mistura. O método de empacotamento de partículas, utilizado em algumas referências, mostrou ser significativamente importante para obtenção de resistências elevadas. Na dosagem dos componentes e nos resultados analisados, o tipo e a quantidade do superplastificante aparecem como fatores que exige cuidado. Deve ser utilizado superplastificante de terceira geração, para garantir uma relação água/aglomerante próxima de 0,20. Essa escolha não deve ser feita separadamente do cimento, os dois devem ser submetidos a ensaios de compatibilidade (mini slump e o cone de Marsh). O Brasil ainda não possui normas regulamentadoras sobre os concretos de pós reativos, são necessárias pesquisas sobre a metodologia para desenvolvimento do CPR, características dos materiais e as dosagens dessas misturaspt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/6299
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectConcreto de pós reativospt_BR
dc.titleAnálise teórica dos diferentes traços e métodos na elaboração de concretos de pós reativos- CPRpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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