Perfil dos pacientes com COVID-19 internados em uma UTI COVID de um hospital no extremo sul catarinense: um estudo retrospectivo

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O vírus SARS-CoV-2 surgiu no final de 2019 em Wuhan, na China e provocou a Covid-19. Assim sendo, foi decretada uma pandemia em março de 2020. Esse vírus possui alta transmissibilidade e pode produzir complicações sintomáticas. Medidas de isolamento social e antissepsia são elementos chave para a contenção dele. O paciente com Covid-19 pode apresentar sintomas como: tosse seca, febre, dor de garganta, dor no corpo e complicações como: pneumonia, dispneia e necessidade de ventilação mecânica. O diagnóstico é realizado por meio de sorologia e/ou RT-PCR. Para diminuir a transmissão do vírus, as estratégias estão centradas em medidas como antissepsia das mãos, do ambiente e no isolamento social. No Brasil, o sistema de saúde não comporta um rápido aumento do número de casos. É o momento de divulgação de conhecimento em saúde para a população, para que a pandemia que chega ao país seja mitigada. Há necessidade de estruturação do sistema de saúde para o enfrentamento de desastres. O presente estudo foi quantitativo, transversal, descritivo, documental, retrospectivo e de campo, desenvolvido em uma Unidade de Terapia Intensiva COVID-19 de um Hospital no extremo sul catarinense, com prontuários de pacientes internados de março de 2020 a dezembro de 2021. Os resultados evidenciaram mais homens, com idade média de 60-80 anos, com maior mês de internação em agosto, com tempo de permanência de um a 10 dias, e o mesmo tempo de ventilação mecânica, pronados, com uso de antibióticos em todos os casos, não vacinados com alto índice de óbito.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para a obtenção do título de Bacharel em Enfermagem.

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