Análise da morfologia dos canais radiculares de pré-molares mandibulares e maxilares por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico em uma clínica escola do extremo sul catarinense
| dc.contributor.advisor | Maragno, Ângela Catarina | |
| dc.contributor.author | Giustina, Beatriz Della | |
| dc.contributor.author | Francisco, Luana Querino | |
| dc.contributor.author | Mezzari, Karina Marcon | |
| dc.contributor.author | Rodrigues, Andrigo Manyurato | |
| dc.contributor.author | Tessmann, Mágada | |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2022-12-06T21:47:25Z | |
| dc.date.available | 2022-12-06T21:47:25Z | |
| dc.date.created | 2021-07 | |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A morfologia dos canais radiculares diverge entre os dentes, sendo que os pré-molares detêm uma complexidade ainda mais acentuada, caracterizando um desafio ao endodontista, pois ele necessita de conhecimento anatômico para um tratamento efetivo. Apesar de a radiografia periapical ser o exame mais utilizado na prática clínica endodôntica, a tomografia computadorizada de feixe cônico é considerada mais apropriada para a análise detalhada. O objetivo deste trabalho foi avaliar a anatomia interna de pré-molares mandibulares e maxilares por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico de pacientes atendidos em uma clínica escola, no período de julho de 2019 a dezembro de 2020. Foi classificada a morfologia interna de cada elemento dental de acordo com a literatura, mensurada a cavidade pulpar e o elemento dentário, além de localizado o forame apical e estabelecida a sua distância em relação ao vértice radicular. A classificação tipo I encontrada na literatura foi a morfologia mais encontrada. Prevaleceu a ocorrência de uma única raiz. A média da extensão dos pré-molares em geral foi 20,19 milímetros e da cavidade pulpar foi 14,73. A localização mais comum do forame apical foi a face distal e a média da distância dos vértices radiculares aos forames apicais foi 0,78 milímetros. Encontrou-se apenas uma ocorrência de periapicopatia inflamatória nos dentes analisados. Conclui-se que a classificação mais usual ainda se mantém efetiva, mas que necessita de reajustes. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/9569 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Canal radicular - Morfologia | pt_BR |
| dc.subject | Canal radicular – Tratamento | pt_BR |
| dc.subject | Dente pré-molar - Anatomia | pt_BR |
| dc.subject | Tomografia computadorizada de feixe cônico | pt_BR |
| dc.subject | Ápice dentário | pt_BR |
| dc.title | Análise da morfologia dos canais radiculares de pré-molares mandibulares e maxilares por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico em uma clínica escola do extremo sul catarinense | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
