Estrutura da comunidade arbórea de uma floresta paludosa no litoral norte do Rio Grande do Sul

dc.contributor.advisorMartins, Rafael
dc.contributor.authorSantos Júnior, Ronaldo dos
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2012-06-15T14:07:15Z
dc.date.available2012-06-15T14:07:15Z
dc.date.created2011-12
dc.date.issued2012-06-15
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Biológicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractOs estudos científicos sobre as formações vegetais dos ecossistemas associados à Floresta Atlântica, como a restinga, são de extrema importância para a conservação da biodiversidade e para melhor conhecimento dos seus processos ecológicos naturais, pois são ambientes altamente ameaçados de extinção. O objetivo deste estudo foi contribuir para o conhecimento florístico-estrutural da comunidade arbórea de uma floresta paludosa no município de Terra de Areia, litoral norte do Rio Grande do Sul (29°37‟S e 50°04‟W). O levantamento fitossociológico foi realizado em cinco parcelas de 20 x 50 m, distantes 20 m entre si, subdivididas em unidades amostrais contíguas de 10 x 10 m, totalizando 0,5 ha de vegetação amostrada. Todos os indivíduos com DAP ≥ 5 cm foram amostrados, identificados e calculados os descritores fitossociológicos, os índices de diversidade e distribuição espacial das espécies. Foram amostrados 1027 indivíduos, distribuídos em 38 espécies, 31 gêneros e 22 famílias. Myrtaceae com oito espécies foi a família mais rica do estudo, corroborando outros estudos. A espécie mais importante foi Myrcia brasiliensis (VI=39,33), diferindo dos resultados de outros estudos. As espécies amostradas na floresta paludosa de Terra de Areia podem ocorrer também em outras formações florestais do Bioma Mata Atlântica. A floresta paludosa apresentou baixa riqueza e diversidade de espécies arbóreas e isto pode ser conseqüência das características edáficas que são encontradas em florestas paludosas, como a saturação hídrica e a falta de oxigênio. Os indivíduos estão distribuídos, em sua maioria, nas primeiras classes de diâmetro e entre alturas entre 4 a 9 metros, formando um dossel descontínuo com altura entorno de 12 metros. Esta floresta apresenta diferenças estruturais quando comparada com formações florestais de solos mais secos. O índice de Morisita revelou que a maioria dos indivíduos possui distribuição agregada, tal distribuição pode estar sendo influenciada pelas variações no solo, luminosidade e quantidade de água no solo.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/457
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectComposição florísticapt_BR
dc.subjectMata paludosapt_BR
dc.subjectRestingapt_BR
dc.subjectNicho (Ecologia)pt_BR
dc.subjectMata Atlânticapt_BR
dc.titleEstrutura da comunidade arbórea de uma floresta paludosa no litoral norte do Rio Grande do Sulpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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