A violência contra o enfermeiro atuante em unidades de urgência e emergência

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Esta pesquisa apresenta os resultados de um estudo que teve como objetivo analisar as Principais causas da Violência contra o enfermeiro atuante nas Unidades de urgência e Emergência e quais os tipos de violência aos quais o enfermeiro é submetido. O estudo foi desenvolvido com 10 enfermeiros atuantes nas unidades de urgência e emergência do município de Criciúma. Optamos por uma abordagem qualitativa - descritiva para que pudéssemos analisar se a teoria de enfermagem pessoa/pessoa de Joyce Travelbee pode ser uma possibilidade para a redução da violência contra o enfermeiro, a longo prazo. Como instrumento da coleta de dados utilizamos formulários, com roteiros de entrevistas, com perguntas semi estruturadas e abertas. Nos resultados, encontramos enfermeiro vítimas da violência, em especial a verbal, que não registram a violência sofrida. Relatos apontam para a violência como “cano de descarga” da indignação dos usuários do SUS no que diz respeito à não resolutividade dos problemas. Mesmo que a adesão às rodas de discussão tenha sido pequena, no que diz respeito a Teoria da relação pessoa-pessoa, acreditamos que o desenvolvimento de laços entre usuário/enfermeiro possa ser uma possibilidade de redução da violência quando consideramos ser mediado por valores como o respeito, a tolerância e a solidariedade, ou seja, amar a si próprio e compreender a si próprio reconhecendo seus limites e possibilidades para depois amar ao outro e estabelecer com ele estes limites e suas possibilidades.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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