Diagnóstico situacional de práticas integrativas e complementares no SUS na região do Extremo Sul de Santa Catarina
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Atualmente é crescente a busca por tratamentos que utilizam práticas integrativas e complementares (PICs), pois a sociedade vem resgatando de forma marcante os conhecimentos de culturas tradicionais. A publicação da Política Nacional de Praticas Integrativas e Complementares (PNPIC), institui a utilização destas no Sistema Único de Saúde. As práticas contempladas nesta política foram: a medicina tradicional chinesa acupuntura, homeopatia, fitoterapia, termalismo social, crenoterapia e a medicina antroposófica. O presente estudo objetivou identificar a utilização das PICs no SUS, em municípios do extremo sul de Santa Catarina (AMESC) através de visitas in loco e entrevista estruturada junto aos gestores ou profissionais por ele designados. As variáveis de análise foram: existência de normativas para a criação de serviços, tipos de PICs oferecidas e existência de profissionais de saúde especializados em alguma área das PICs. Dos municípios da AMESC, 60% disponibilizam algum tipo de PIC, sendo a fitoterapia e o uso de plantas medicinais as mais utilizadas, seguidos da homeopatia e acupuntura. Verificou-se o grande interesse dos gestores em receber orientação e em implantar estes serviços no âmbito municipal, até mesmo dos que já realizam alguma PIC, e isso demonstra que através de um estudo mais aprofundado, análise das possibilidades de inserção, bem como de financiamento podem facilitar a inserção destas nos municípios.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel no curso de Farmácia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
