Saúde mental na atenção básica: desafios e atitudes das equipes de saúde

dc.contributor.advisorTomasi, Cristiane Damiani
dc.contributor.authorPagnan, Bruna Possamai
dc.contributor.authorPedroso, Elen Tinelli
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2021-04-09T17:10:26Z
dc.date.available2021-04-09T17:10:26Z
dc.date.created2019-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: Estudo com objetivo de identificar os desafios e atitudes das equipes de saúde na atenção básica, sobre o acolhimento a indivíduos com transtornos mentais. Observando o conhecimento das equipes sobre transtorno mental e quais as dificuldades da equipe, direitos e deveres quanto á cidadão com transtorno mental e verificar como foi o acolhimento desses indivíduos nos serviços de saúde. Método: Pesquisa de abordagem quantitativa, descritiva, exploratória e de campo. O estudo foi realizado com 28 profissionais na faixa etária de 22 a 55 anos, sendo 27 indivíduos do sexo feminino e 1 indivíduo do sexo masculino, todos eles profissionais da atenção básica de um município do extremo sul catarinense, onde trabalham diariamente com pessoas com algum transtorno mental. Para a coleta de dados foi aplicada entrevista semi estruturada. A análise dos dados foi realizada utilizando a Escala de Atitudes da Comunidade em Relação aos Doentes Mentais – CAMI-BR, que possui quatro sub escalas: Autoristarismo, Benevolência, Restrição social e ideologia de Saúde Mental Comunitária, a partir da categorização dos dados, através da ordenação, classificação e análise final dos dados pesquisados, e também através de um instrumento composto de questões sobre as características pessoais e conhecimento em saúde mental. Resultados e discussão: Os trabalhadores, na sua maioria, apresentaram atitudes negativas para os pacientes com transtornos mentais. A sub escala que teve pontuação mais alta foi autoritarismo seguidas por restrição social enquanto benevolência e ideologia da saúde mental comunitária apresentaram pontuações mais baixas. Sobre cursos e capacitações, 19% responderam que tiveram conteúdos de saúde mental e 23% responderam que tiveram capacitação em saúde mental durante a formação. Conclusão: Diante da pesquisa feita percebe-se uma falta de conhecimento dos profissionais sobre saúde mental, e que os mesmos não sabem ou não conhecem os protocolos existentes no município. Então, a saúde mental precisa ampliar espaços de discussão, não ficar restrita a sua área, não só enfermagem, não só saúde isso é uma luta constante de profissionais que acreditam na Reforma Psiquiátrica. Todos precisam fazer sua parte, semeando possibilidades de escuta e acolhimento.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/8073
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectAcolhimentopt_BR
dc.subjectEquipe multidisciplinarpt_BR
dc.subjectPessoal da área médicapt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectEquidadept_BR
dc.titleSaúde mental na atenção básica: desafios e atitudes das equipes de saúdept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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