Avaliação de sonolência e qualidade de vida de docentes universitários atuantes na área da saúde
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Trata-se de um estudo quantitativo, que objetivou avaliar a qualidade de vida e do sono de docentes universitários. A pesquisa foi do tipo observacional, documental e com delineamento transversal. O estudo foi desenvolvido em uma Universidade de Santa Catarina. Foi aplicado um questionário estruturado elaborado pelo pesquisador, um Instrumento de Avaliação de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde – versão abreviada (WHOQOL-BREF) e a Escala de Sonolência de Epworth em português do Brasil. O meio de obtenção dos dados foi via Google forms. A análise dos dados foi via Google forms, que calcula a média simples de frequência. Os resultados demonstraram quanto ao perfil 70,3% mulheres, 23,4% com idade entre 36-40 anos, 69,8% casadas, 51,6% Mestres, 61,9% com filhos, 58,7% com mais vínculos empregatícios para além da Universidade, sendo que 3,4% com mais de 3 vínculos, 23,8% docentes da fisioterapia, 22,2% da Enfermagem, 18,8% sem comorbidades e 60,9% faz atividades físicas. Na qualidade de vida, o melhor escore esteve no domínio Meio ambiente (74,10%), seguidos pelas relações sociais (69,10%), psicológico (64,30%) e pior escore no domínio físico (59,50%), confirmando as hipóteses primárias. Na avaliação da sonolência 39,06% alcançaram 1-6 pontos (normal), 18,75% de 7-8 pontos (media) e 42,18% (anormal ou patológica) de 9 a 24 pontos, sendo que os maiores percentuais de chances de cochilar surgiram com 46% na situação deitado a tarde para descansar quando as circunstancias permitem não confirmando a hipótese que era deitado a tarde sem bebida alcoólica.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
