Interrupção voluntária da gravidez nas unidades federativas brasileiras: uma análise econométrica dos impactos do desenvolvimento socioeconômico
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O presente estudo buscou analisar se existe e qual a relação entre a interrupção voluntária da gravidez (IVG) e o desenvolvimento socioeconômico, com base na renda, saúde e educação, através de uma análise econométrica, fundamentada sobre um referencial teórico voltado aos aspectos históricos, sociais e jurídicos da IVG, sendo este um problema de saúde pública que acompanha o Estado brasileiro ao longo das décadas. A metodologia aplicada foi análise qualitativa, através da revisão bibliográfica e documental, e quantitativa através da análise econométrica de dados em painel com efeitos fixos, sendo que a escolha do melhor modelo se deu pelo teste de Hausman para definição da suposição adequada do intercepto. Para avaliar o conjunto de modelos, foram aplicados os testes R2 ajustado e o teste F para verificação de significância conjunta das variáveis. Dentre os resultados é possível identificar a relação entre a IVG e o desenvolvimento socioeconômico e conclui que essa relação é inversa, ou seja, a melhora da situação econômica e social impacta na redução do número de interrupções voluntarias da gravidez.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Econômicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
