Análise dos modelos de cálculo propostos pela NBR 6118:2014 para o dimensionamento de estribos em vigas de concreto armado

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A NBR 6118:2014 apresenta dois modelos de cálculo para o dimensionamento de estribos em vigas de concreto armado submetidas à força cortante: Modelo de Cálculo I e Modelo de Cálculo II. O presente trabalho tem como objetivo estabelecer qual modelo leva ao dimensionamento mais econômico, quanto ao consumo de armadura transversal, atendendo todas as condições de segurança impostas. Calculou-se pelos dois modelos as áreas das armaduras transversais em vigas, variando-se as seções transversais, classes de concreto, valores do esforço cortante e ângulo θ da biela de compressão no Modelo II, totalizando 357 vigas que implicaram em 606.900 diferentes combinações. Como resultados, obteve-se que a adoção do Modelo II com ângulo θ de 30º resulta na menor área de aço da armadura transversal, chegando a 30% de economia em relação ao Modelo I, e que o aumento do ângulo θ conduz ao aumento da área de aço da armadura transversal. Ao adotar ângulo θ compreendido entre 39º e 40º, os valores das áreas se igualam e, a partir desse ponto, a adoção do Modelo I proporciona maior economia, que pode chegar a 19% ao adotar-se o ângulo θ de 45º no Modelo II.

Descrição

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil.

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