A atuação dos enfermeiros nas notificações compulsórias de trabalho precoce, nas unidades de Estratégia Saúde da Família do município de Criciúma/SC

dc.contributor.advisorThomé, Ivanir Prá da Silva
dc.contributor.authorVieira, Roseli Schminski
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-05-27T16:13:39Z
dc.date.available2021-05-27T16:13:39Z
dc.date.created2010-07
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO cuidado com o cliente/paciente não está somente voltado à assistência de enfermagem curativa, mas também na promoção e prevenção. Tais ações exigem do enfermeiro a atualização dos seus conhecimentos para saber orientar o cliente/paciente conforme a situação em que se encontra. O presente estudo analisou o conhecimento e a atuação do enfermeiro da Unidade Estratégia da Saúde da Família (UESF), do Município de Criciúma-SC nas notificações compulsórias de trabalho precoce, conforme previsto na Lei Municipal 4.797/1995. Neste sentido buscou-se: estudar os princípios e diretrizes dos direito das crianças e dos adolescentes, e especificamente as formulações acerca do trabalho precoce; analisar os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na atuação do enfermeiro nas UESF; apresentar os procedimentos metodológicos, abordando os aspectos éticos, tipo de pesquisa, sujeito e local de estudo, levantamento de dados e procedimento para análise e interpretação dos dados; o resultado da análise da categorização dos dados obtidos pelos sujeitos da pesquisa. No desenvolvimento da pesquisa, utilizou-se o método dedutivo e com abordagem qualitativa e pesquisa descritiva, através da aplicação de entrevista semiestruturada com as 29 enfermeiras que atuam nas UESF do Município de Criciúma-SC. A maioria das entrevistadas expôs não ter presenciado casos suspeitos ou confirmados de trabalho precoce, e sim de violência sexual. Constatou-se que não existem casos de notificação compulsória de trabalho precoce, pela razão de terem pouco conhecimento dos direitos das crianças e dos adolescentes e não saberem como atuar nos casos de trabalho precoce. Das 29 enfermeiras entrevistadas, 28 afirmaram a necessidade da realização de capacitação sobre os direitos e deveres das crianças e adolescentes, referente à erradicação do trabalho precoce.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/8391
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDireito da criança e do adolescentept_BR
dc.subjectTrabalho precocept_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectAssistência do enfermeiropt_BR
dc.subjectNotificação compulsória.pt_BR
dc.titleA atuação dos enfermeiros nas notificações compulsórias de trabalho precoce, nas unidades de Estratégia Saúde da Família do município de Criciúma/SCpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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