Desenvolvimento de um piso cerâmico via seca classe BIIa

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A produção de revestimento cerâmicos pelo processo de monoqueima via seca merece destaque em relação ao processo de monoqueima via úmida, pois permite a fabricação de produtos de excelente qualidade e com preços mais competitivos. Na moagem via seca, o ideal é a utilização de, no máximo, três matérias-primas diferentes, devido à dificuldade de homogeneização. A obtenção das propriedades tecnológicas dos produtos fica, portanto, restrita a um menor número de matérias-primas. Neste contexto o trabalho foi realizado, analisando-se o comportamento de duas matérias-primas regionais (Argilito Vista Alegre e Siltito São Francisco), que foram formuladas juntamente com a formulação padrão (Taguá Maracajá) e cujos resultados foram comparados aos da formulação atual da fábrica. As três matérias-primas foram analisadas separadamente e em composições de massa com duas matérias-primas. Foram analisadas as características físicas, como absorção de água, retração líneas de queima, resistência mecânica, dilatação térmica linear e presença de coração negro, além das análises química, por fluorescência de raios-X, e mineralógica, por difração de raios-X. A matéria-prima Vista Alegre apresentou resultados excelentes, mas optou-se por uma formulação de massa que utiliza 50% desta matéria-prima e 50% de Siltito São Francisco, como uma forma de aumentar a vida útil das jazidas.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso, aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do grau de Engenheiro de Materiais, do Curso de Engenharia de Materiais, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.

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