Otimização do processo de galvanização por imersão a quente
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A galvanização por imersão a quente possui uma teoria de execução muito simples, no entanto, para que o processo gere revestimentos de alta qualidade e resistência, parâmetros técnicos e de processamento devem ser minuciosamente respeitados e controlados. Qualquer instabilidade em uma das etapas de pré-tratamento ou na própria zincagem, acabam produzindo grandes quantidades de falhas de recobrimento. Este trabalho propõe uma identificação e abordagem de possíveis falhas de controle de parâmetros de processo ou de técnicas de processamento que venham resultar em defeitos de recobrimento. Foi possível identificar que a maioria das falhas estão relacionadas a limpeza inadequada da superfície a ser zincada, e que esta deficiência ainda acaba por contaminar os banhos de pré-tratamento gerando outros tipos de interferências no sistema. Neste trabalho, ainda realizou-se um estudo com a finalidade de tentar aumentar a vida útil de uma cuba de zincagem e consequentemente gerar menos resíduo de zinco. Este teste avaliou o desempenho de três diferentes tipos de revestimentos (nitretação, aspersão térmica e esmaltação) que possivelmente poderia ser aplicado sobre as paredes internas da cuba. A caracterização morfológica do substrato revestido nos ensaios foi feita com o auxílio da técnica de Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), a composição
química determinada por Energia Dispersiva de Raios-X (EDX). Com a aplicação de esmalte vítreo sobre o aço foi possível proteger o substrato frente ao ataque do zinco fundido, obtendo-se resultados satisfatórios nas condições de teste.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Engenheiro no curso de Engenharia de Materiais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
