Avaliação da presença de cárie dentária nos primeiros molares permanentes em escolares de uma cidade sul catarinense
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Avaliar a presença de cárie dentária nos primeiros molares permanentes em escolares de uma cidade Sul catarinense. Métodos: Quantitativo, descritivo, transversal, de campo que foi desenvolvido em 4 escolas municipais sendo 2 em zona urbana e 2 em zona rural. A partir dos critérios de exclusão, participaram do estudo 177 crianças, contendo de 6 a 10 anos de idade. A pesquisa se deu através de aplicação de questionários contendo perguntas quanto ao nível socioeconômico e sociodemográfico, e realização de exame clínico dos primeiros molares permanentes das crianças, onde foram avaliados elementos cariados, perdidos e obturados além dos hígidos. Resultados: Dos 708 primeiros molares permanentes avaliados, 32 estavam cariados, 19 obturados e nenhum perdido. Totalizou-se 143 crianças livres da doença, 19 com a presença de cárie dentária e 15 delas apresentavam elemento obturado. Observou-se no estudo que a cárie dentária não teve resultados significativo quando ao sexo e que 11 (57,89%) crianças avaliadas com cárie dentária moravam em zona urbana. Dos 32 molares cariados, 14 (43,75%) pertenciam a alunos com 10 anos, e 9 (28,12%) com 7 anos, totalizando 6 (31,58%) crianças com a doença para ambas as idades, dos quais elemento 46 (34,37%) foram os mais atingidos e a face oclusal foi a mais acometida. Quanto a renda mensal dos pais 10 (52,63%) possuía renda mensal familiar média de 1 a 2 salários mínimos. Já na escolaridade 11 (57,89%) possuíam pais com nível escolar de 5ª a 8ª série. Conclusão: Verificou-se que foi baixa a presença da doença cárie nos primeiros molares permanentes.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Cirurgião Dentista no curso de Odontologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC
