Perfil epidemiológico de crianças e adolescentes com intolerância à lactose
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Este estudo teve como objetivo, identificar o perfil epidemiológico de crianças e adolescentes com diagnóstico de IL. A pesquisa foi de abordagem quantitativa, descritiva, exploratória e documental. O estudo foi desenvolvido em um Serviço de Gastropediatria da região Sul de Santa Catarina. A população estudada baseou-se em prontuários de crianças e adolescentes de zero a dezessete anos completos atendidas no Serviço pesquisado. A análise estatística dos dados coletados foi elaborada em planilha eletrônica, ao qual montou-se um banco de dados a partir dos dados da pesquisa. Foram incluídos 29 prontuários válidos para pesquisa, os resultados consistem que: 51,7% das crianças e adolescentes são do sexo masculino e 48,3% do sexo feminino, conforme a idade identifica-se que 79,3% dos pacientes são crianças e 20,7% adolescentes. Houve predomínio da cor da pele branca – 79,3%. Com relação a hábitos alimentares o aleitamento materno exclusivo até seis meses se destacou como o achado mais importante 20,7% e aleitamento materno não exclusivo 10,3%. A pesquisa mostrou que 69% das crianças foram alimentadas com leite de vaca, destas 17,2% não toleram o leite de vaca, seguido de 13,8% que toleram pouco. Como principal tratamento obtivemos a exclusão total da lactose na dieta, 44,8%. Este estudo forneceu informações gerais acerca da IL em crianças e adolescentes e aborda dados especificamente interessantes e importantes, sobre a nossa região. Nas consultas de enfermagem o enfermeiro deve avaliar e orientar os pais a respeito da alimentação adequada da criança, bem como acompanhar os mesmos em seus primeiros anos de vida. Dessa forma considera-se de grande importância o papel do profissional enfermeiro no âmbito da enfermagem, que busca aplicar seu conhecimento em favor da assistência.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
