O serviço de defesa passiva antiaérea em Santa Catarina: alertadores em Araranguá durante a Segunda Guerra Mundial
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O território catarinense perpassou diversas alterações em sua história, na colisão de discursos e ações praticados pelo governo estadual e federal. Dentro do contexto da Segunda Guerra Mundial e mais precisamente da entrada no Brasil no conflito em 1942, uma série de normativas entraram em cena para fazer valer a ordem vigente, na prerrogativa de pensar o “bem na nação” e sua proteção contra supostas ameaças vindas dos países do eixo. A formação do Serviço de Defesa Passiva Antiaéreo – SDPAAe, denota uma importante medida de segurança, no ineditismo da situação política do país daquele momento. O presente trabalho busca portanto, compreender a criação de tais serviços e seus discursos legitimadores, pensando o território catarinense e suas especificidades dentro do momento histórico em questão, onde a figura do outro é o agente mobilizador do medo. Os documentos analisados, são parte do acervo do Museu Histórico de Araranguá, onde nas caixas de telegramas recebidos e encaminhados, encontram-se listas de sujeitos recrutados para o serviço de Alertadores datadas de setembro de 1942.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
