Presença de microplastico no instestino de Callinectes sapidus (Rathbun, 1896) em estuarinas do litoral sul do Brasil

dc.contributor.advisorCascaes, Mainara Figueiredo
dc.contributor.authorCechinel, Gabriel Silva
dc.contributor.otherMachado, Rodrigo Machado
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-10-03T23:21:45Z
dc.date.available2022-10-03T23:21:45Z
dc.date.created2021-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do Grau de Bacharel, no Curso de Ciências Biológicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractOs oceanos estão infestados de resíduos plásticos por todo o mundo, com o grande aumento das cidades litorâneas, o nível de plástico que acaba por atingir os oceanos só tende a pioras, tendo estatísticas calculando que em 2050 terá mais resíduo plástico do que peixes nos mares. Esses plásticos podem ir tanto de garrafas pet ou sacolas plásticas, como também linhas de pescas. Todo esse plástico acaba soltando toxinas que são prejudiciais tanto para os seres humanos como pros animais, atrasando seu desenvolvimento. Nas zonas estuarias o contato do humano com o mar é constante devido a serem zonas de pesca, assim sendo levado grande quantidade de microplástico para essas regiões, que são também lares de muitas espécies de animais. Essas estuarias também contam com aves marinhas que são prejudicadas também com esses plásticos através de sua ingestão ou emaranhamento, se prendendo em suas patas ou bicos, assim podendo bloquear suas vias respiratórias e causando grandes danos ao animal. Outro animal que tem grande contato com os plásticos são os siris, que é o foco desse trabalho, mais especificamente os Callinectes Sapidus ou siri azul mais popularmente conhecido. Esses indivíduos acabam por serem predadores e se alimentando de outros animais nas estuarias, porem são muito impulsivos na alimentação e pouco restritivos, fazendo com que muitas vezes se alimentem de microplástico sem intenção. Como esse plástico não tem os nutrientes necessários, isso atrasa seu desenvolvimento e sendo muito prejudicial a sua saúde. Foram coletados os siris em duas zonas estuarias, em Araranguá no estado de Santa Catarina e em Torres no estado do Rio Grande do Sul. Em ambas as regiões foram encontradas presença de microplástico nos seus conteúdos estomacais e tanto machos como fêmeas tiveram sua presença, mostrando que indiferente da região ou do sexo, o microplástico está presente. Embora seja algo tao impactante no meio ambiente e influencia nas vidas humanas, é um assunto pouco discutido e levado a sério pela maioria das pessoas, sendo muito comum ser visto o descarte incorreto de plástico em todos os cantos e praias. Foram ao todo triados 24 siris das duas estuarias e tivemos quase 46% desse total com a presença do microplásticopt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9432
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMicroplásticos – Ocorrênciaspt_BR
dc.subjectCallinectes sapiduspt_BR
dc.subjectSiript_BR
dc.subjectEstuários – Brasilpt_BR
dc.subjectSulpt_BR
dc.titlePresença de microplastico no instestino de Callinectes sapidus (Rathbun, 1896) em estuarinas do litoral sul do Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Gabriel Silva Cechinel.pdf
Tamanho:
813.68 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format
Descrição:
TCC

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: