Condutas de enfermagem frente a sede pós-operatórias em um hospital do sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorCoelho, Pâmela Peres
dc.contributor.authorSouza, José Antonio Teixeira de
dc.contributor.otherRicken, Chayenne
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2024-11-21T23:48:52Z
dc.date.available2024-11-21T23:48:52Z
dc.date.created2023-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA experiência pós-cirúrgica do paciente é um período crucial e multifacetado que envolve não apenas a recuperação física, mas também aspectos emocionais e psicológicos, sendo que é caracterizado pela recuperação física, emocional e psicológica do paciente. A sede, muitas vezes vista como um sintoma simples, desencadeia uma série de implicações clínicas significativas que devem ser cuidadosamente consideradas pela equipe de enfermagem. A equipe de enfermagem desempenha um papel vital ao avaliar, monitorar e garantir a oferta adequada e mais eficaz de estratégias para que cesse o sofrimento causado pela sede no paciente, é fundamental que esteja treinada e preparada para lidar com o sintoma. Locais que adotam padronização e protocolos para o manejo da sede frequentemente demonstram uma alta taxa de sucesso no cuidado aos pacientes e isso contribui significativamente para um melhor resultado no cuidado e na recuperação. Objetivo: Verificar o conhecimento e condutas frente a sede do paciente no pós-operatório. Método: pesquisa qualitativa, de caráter exploratório, descritivo e de campo, com dados coletados através de questionário semiestruturado com temática principal voltado as condutas de enfermagem frente à sede pós-operatória, aplicado com sete (07) profissionais da equipe de enfermagem que atuam no centro cirúrgico, sala de recuperação pós-anestésica e clínica cirúrgica. Resultados: encontrou-se um déficit de conhecimento e treinamento sobre o manejo de sede em pacientes no pós-operatório imediato, e ainda a desvalorização da sede como sintoma importante. Conclusão: O estudo demonstrou a fragilidade da área quanto ao manejo adequado da sede no período pós-operatório. A sede ainda é um sintoma pouco valorizado, e que traz intenso sofrimento ao paciente, em especial no período pós cirúrgico, causando uma experiência ruim. Profissionais de enfermagem embasados em conhecimento científico e protocolos adequados a realidade dos locais podem mudar essa lacuna, empoderando as condutas e trazendo benefícios ao cuidado. Existe a necessidade de aprimorar a formação acadêmica para incluir abordagens mais aprofundadas sobre o manejo da sede.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11346
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAssistência ao pacientept_BR
dc.subjectCuidado pós-operatóriopt_BR
dc.subjectSede pós-operatóriapt_BR
dc.subjectSedept_BR
dc.titleCondutas de enfermagem frente a sede pós-operatórias em um hospital do sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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