Evidências empíricas da função consumo no contexto brasileiro
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O consumo é uma variável macroeconômica de maior relevância, haja vista a sua expressiva participação no PIB. Desta forma o objetivo do trabalho é verificar se existem diferenças estatísticas entre as principais funções de consumo desenvolvidas pela teoria macroeconômica, keynesiana, ciclo da vida e renda permanente. A teoria de Keynes descreve a função consumo relacionando com a renda disponível. A teoria do ciclo da vida de Franco Modigliani, Alberto Ando e Richard Brumberg foi desenvolvida relacionando a renda, os anos de vida e suas fases para o cálculo do consumo. Já a teoria da renda permanente de Milton Friedmann relaciona a renda permanente que obtemos com o trabalho desconsiderando a renda chamada por ele como transitória. A metodologia deste trabalho tratou de externalizar sua abordagem quantitativa com um caráter bibliográfico e documental. Para análise das teorias desenvolvidas na fundamentação teórica foram aplicados testes de estacionariedade de Dickey-Fuller, autocorrelação de Durbin-Watson, teste de médias, teste de significância geral, coeficiente de determinação, normalidade e ainda de heterocedasticidade de White. Como resultados, podemos observar a concretização das três teorias de consumo apresentadas neste trabalho. Os resultados mostraram que as funções de consumo, para a economia brasileira, mostram-se similares em termos estatísticos. O que nos faz concluir que independente da teoria utilizada para identificar o comportamento do consumo brasileiro, as mesmas irão responder com propriedade os resultados apresentados nas análises.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Ciências Econômicas da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC.
