Acolhimento dos deficientes auditivos na atenção primária à saúde no município de Criciúma, Santa Catarina

dc.contributor.advisorMiranda, Vanessa Iribarrem Avena
dc.contributor.authorClarinda, Dulcinéia Felicidade
dc.contributor.otherSoratto, Jacks
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-09-27T23:56:49Z
dc.date.available2022-09-27T23:56:49Z
dc.date.created2021
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A deficiência auditiva é uma das condições incapacitantes da comunicação verbal, limitando ou impedindo o indivíduo de ter o seu papel ativo na sociedade, visto que compromete a comunicação e, por sua vez afeta diversas dimensões. No âmbito da saúde, muitos são os desafios e as barreiras existentes na atenção à saúde dos deficientes auditivos (DA), como a dificuldade de comunicação, a falta de profissionais qualificados e a ausência de intérprete de Libras. Objetivo: Analisar o acolhimento no atendimento à saúde do deficiente auditivo, com perda severa e profunda da audição, na atenção básica de saúde do município de Criciúma. Metodologia: Estudo de métodos mistos com triangulação concomitante por meio de um estudo descritivo e quantitativo. O estudo foi realizado a partir de um censo de todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município de Criciúma no ano de 2021. As análises deste estudo incluíram questões referentes as atribuições dos profissionais de saúde. Resultados: Os resultados apontaram frágeis condições de acolhimento e atendimento humanizado dos sujeitos com DA que procuram as UBS e ESF. Os profissionais relataram sentir-se preparados para realizar o atendimento ao DA e não apresentarem sintomas de ansiedade durante o atendimento a este usuário. A gestão oferece capacitação aos profissionais a respeito dos atendimentos ao DA. A comunicação nas UBS é de forma verbal, e na maioria das vezes conta com a presença de um familiar durante as consultas para facilitar essa comunicação. Alguns profissionais afirmaram que o DA não possui o seu atendimento, humanizado, inclusivo e resolutivo, e que os programas de capacitação deixariam os atendimentos mais humanizados. No entanto, uma minoria tem interesse de estarem aperfeiçoando suas práticas e realizando capacitações para melhorar o atendimento ao DA. Conclusão: Aponta-se inúmeras barreiras e acesso do DA as unidades de saúde. Os profissionais estão despreparados para realizar o atendimento e acolhimento aos DA. Faz-se necessário mais formação e capacitação dos profissionais da saúde voltado para o atendimento inclusivo, humanizado, acolhedor e integral, além da criação de um Centro de Referência no município de Criciúma para atendimento das pessoas com DA.pt_BR
dc.identifier.urihttp://unesc.acessoacademico.com.br/handle/1/9408
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPessoas com deficiência auditivapt_BR
dc.subjectAcolhimentopt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectPromoção da saúdept_BR
dc.subjectPromoção da saúdept_BR
dc.titleAcolhimento dos deficientes auditivos na atenção primária à saúde no município de Criciúma, Santa Catarinapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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