Deixa o menino vestir rosa e a menina vestir azul: desconstrução da binariedade na infância pela moda agênero
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Desde o século XVII a moda binária foi se tornando cada vez mais evidente na sociedade tradicional. Também os padrões de gênero têm sido passados de geração em geração, sendo enraizados desde a infância. Em contrapartida, a desconstrução de gênero vem se concretizando cada vez mais desde décadas passadas, principalmente em relação ao vestuário onde surgiu a proposta de moda agênero. Com base nisso, essa pesquisa busca entender o conceito da moda agênero e como esta afeta os papéis de gênero que são ensinados desde muito cedo na sociedade, estudando como esse tipo de vestuário se comporta voltado para o público infantil. Baseando-se em referências bibliográficas, a pesquisa teórica é abordada de maneira qualitativa e exploratória por meio de uma análise de coleções de moda agênero voltadas para o público infantil. Foi verificado que as coleções apresentam subversões de gênero, mas ainda há algumas características heteronormativas que estão enraizadas. A partir disso conclui-se que as propostas agênero na infância são um começo para um futuro com mais igualdade e liberdade, pois a partir delas os padrões de gênero se rompem, livrando as crianças dos estereótipos determinados pela sociedade.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Tecnologia em Design de Moda da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
