Profissionais do sexo: caracterização e sexualidade de profissionais liberais autônomos em uma cidade do sul catarinense

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Durante a Idade Média europeia, a igreja cristã tentou sem sucesso eliminar a prostituição, mas a sociedade, orientada pelo culto do amor cortês, em que os casamentos eram arranjados com finalidades políticas ou econômicas, favorecia o florescimento da atividade. No Brasil, as políticas públicas voltadas à prostituição começaram a mudar a partir da década de 1990, inaugurando um período de incorporação de novos elementos, perspectivas e sujeitos no debate sobre a prostituição e os direitos das pessoas que exerciam a atividade. O estudo tem como objetivo principal identificar o perfil sociodemográfico e comportamental de profissionais do sexo liberais e autônomas em um município do sul catarinense. Um estudo quanti e qualitativo, de caráter exploratório, com aplicação de uma entrevista semiestruturada, envolvendo 30 profissionais de ambos os gêneros, cisgênero e transsexuais. A análise de dados se deu a partir da organização, copilação e análise das falas e após a coleta configurando-as em tabelas, gráficos ou figuras conforme itens da entrevista. Esse trabalho apresenta relevância, porque é fundamental criar políticas públicas em saúde que assista esse grupo de mulheres que pratica o meretrício, desta maneira, conhecer a caracterização e sexualidade das mesmas, torna-se substancial para melhorar a assistência prestada a elas, como contribui para elaboração de novos trabalhos do meio acadêmico, como na construção de novas políticas públicas em saúde.

Descrição

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC.

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