O enfermeiro e sua relação terapêutica com paciente oncológico pediátrico
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Trata-se de um estudo que buscou identificar a relação terapêutica entre o enfermeiro e o paciente oncológico pediátrico em uma Unidade Hospitalar de Internação Pediátrica. Acredita-se que os enfermeiros enfrentem desafios para exercer suas funções com a criança com câncer e sua família. O estudo teve uma abordagem qualitativa, exploratória, descritiva e de campo, realizada a partir de uma entrevista semi-estruturada com perguntas abertas e fechadas. Participaram do estudo cinco enfermeiras atuantes no setor de oncologia pediátrica de um hospital que é referência neste tipo de atendimento no Sul Catarinense. Os dados foram coletados através da entrevista semi-estruturada no mês de Novembro de 2012. Com resultados ficou evidente que entre as entrevistadas o tempo de experiência na área de oncologia pediátrica, assim como a experiência profissional geral em enfermagem e idade das participantes influenciaram positivamente na construção de uma relação terapêutica benéfica entre enfermeiras, crianças e suas famílias. Percebeu-se nos relatos que a descrição de ações de cuidado propostas pelas enfermeiras ao paciente oncológico e sua família no setor estudado enfatizam atividades técnicas principalmente, como punções, inserções de picc e curativos. Em relação às dificuldades o número insuficiente de enfermeiras é encarado como um problema e a não documentação da Sistematização da Assistência de Enfermagem ficou evidente. A falta de materiais para realização de curativos e a baixa qualidade dos mesmos foi citada. A comunicação foi descrita como o principal elo para que a relação terapêutica seja realizada com sucesso.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
