Protocolo do manejo da sede na sala de recuperação pós-anestésica em um hospital privado no Sul de Santa Catarina

dc.contributor.advisorDagostin, Valdemira Santina
dc.contributor.authorTeles, Roselin Padilha
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinense- UNESCpt_BR
dc.date.accessioned2021-06-01T14:46:02Z
dc.date.available2021-06-01T14:46:02Z
dc.date.created2017-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO estudo visa conhecer a percepção dos colaboradores da Sala de Recuperação Pós Anestésica (SRPA) de um hospital provado do sul de Santa Catarina, sobre o protocolo de manejo da sede, avaliando a implantação, as fragilidades e potencialidades do protocolo para os pacientes. Sede relaciona-se com aspectos fisiológicos, psicológicos e socioculturais, pacientes com sede dão respostas variadas a esse desconforto. Os fatores responsáveis pela sensação da sede são múltiplos, entre eles o jejum, as drogas utilizadas durante o procedimento anestésico cirúrgico, a intubação endotraqueal, o sangramento intra-operatório, a desidratação e a idade do paciente. Os receptores presentes na boca e no esôfago respondem a diferentes estímulos, táteis, de pressão e temperatura, sendo que apenas a presença do líquido frio na boca reduz a percepção da sede. Com isso o gelo torna se eficaz no alívio da sede porque estimula os receptores orais sensíveis ao frio, diminuindo a ingesta de grandes volumes de líquidos, o que não pode ocorrer no Pós-Operatório Imediato. Assim evita-se os riscos de bronco aspiração por plenitude gástrica e se reduz o desconforto da boca seca. Tratou-se de um estudo qualitativo, descritivo e de campo, com a participação de 19 colaboradores da sala de recuperação pós anestésicos através de entrevista semiestruturada. Os resultados apontam que os colaboradores estão envolvidos e participam da educação permanente desenvolvida pela instituição referente ao protocolo do manejo da sede, bem como, são conhecedores do processo. Os colaboradores concordam na importância da aplicação do protocolo, para que assim a recuperação do paciente torne-se mais eficiente e rápida. Notou-se que a maioria concorda com os resultados imediatos que o protocolo apresenta na SRPA e sugerem a aplicação assídua do mesmo.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/8569
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRecuperação pós- anestesiapt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.subjectProtocolopt_BR
dc.titleProtocolo do manejo da sede na sala de recuperação pós-anestésica em um hospital privado no Sul de Santa Catarinapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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