Dano pulmonar e alterações musculares induzidas por modelo de estratificação de exposição à fumaça de cigarro em camundongos
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Contextualização: Estudos mostram que a fumaça do cigarro é responsável pela patogênese de várias doenças pulmonares, incluindo crônica (DPOC). Sabe se que o cigarro causa danos pulmonares, inflamação e estresse oxidativo no enfisema pulmonar. Além disso, a DPOC é freqüentemente associada à perda de massa muscular e disfunção do músculo esquelético. Objetivos: O objetivo do estudo foi investigar a inflamação e o estresse oxidativo em ratos expostos à fumaça do cigarro. Métodos: os ratos foram expostos por 7, 15, 30, 45 e 60 dias consecutivos para saber quando o dano oxidativo no músculo esquelético aconteceu, com a exposição aguda ou crônica da fumaça de cigarro. Resultados: os dados demonstraram a relação entre o dano oxidativo medido através do diafragma, pulmão e quadríceps. Trinta e seis camundongos foram divididos em seis grupos (n = 6): grupo controle, 7 -, 15 -, 30 -, 45 – 60 dias de fumaça de cigarro, respectivamente. Os grupos foram expostos à fumaça de cigarro 3 vezes / dia (4 cigarros por sessão). Vinte e quatro horas após a exposição do último cigarro, foi realizado a eutanásia dos animais, a coleta das amostras e usados nos próximos ensaios. Além da análise da oxidação dos lipídios e proteínas (TBARS e carbonilação), o ensaio sulfidrila, histológia e estudos morfológicos foram realizados. Conclusão: os dados demonstram a influência da fumaça de cigarro no dano oxidativo não só no pulmão, mas sobre o músculo esquelético, mostrando o efeito da difusão da fumaça de cigarro e que o músculo esquelético são afetados antes do tecido pulmonar.
Descrição
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do Grau de Bacharel, no Curso de Fisioterapia da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.
