Efeitos do exercício físico de baixa intensidade em parâmetros de estresse oxidativo em idosos com doença de Alzheimer

dc.contributor.advisorRigo, Flávia Karine
dc.contributor.authorSimon, Kellen Ugioni
dc.contributor.otherMüller, Alexandre Pastoris
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2022-07-11T23:20:40Z
dc.date.available2022-07-11T23:20:40Z
dc.date.created2019-12
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel, no Curso de Farmácia, da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA demência é um termo geral utilizados para designar perda de memória e algumas outras funções cognitivas capazes de interferir no cotidiano de seu portador. A doença de Alzheimer (DA) é caracterizada histopatologicamente, pelo aumento da perda sináptica e morte neuronal nas regiões cerebrais responsáveis pelas diversas funções cognitivas, como o córtex, o hipocampo entre outras partes do cérebro. Pesquisas vem demonstrando influência de atividades de lazer e físicas na redução da perda cognitiva durante o envelhecimento. Estas ocorrem através de estímulo da neurogênese e da sinaptogênese produzida por fatores neurotróficos, que teriam sua produção aumentada durante a prática regular dos exercícios e a possível ampliação da reserva cognitiva, ocorrerendo particularmente em idosos com manutenção de atividades com maior estímulo cognitivo por longo período. A prática diária de exercício tem sido apontada como intervenção não medicamentosa apresentando vastos benefícios sobre sistemas fisiológicos que exibem deterioração funcional e estrutural com o decurso do envelhecimento. Em vista disso, este trabalho visou investigar se o programa de exercício físico pode ter contribuído para a mudança nos parâmetros de estresse oxidativo em pacientes com Alzheimer. Para isto, foram selecionados 6 pacientes com o diagnóstico de DA que participaram de um programa de exercícios de hidroginástica de intensidade leve com duração de 60 minutos, duas vezes na semana, por um período de 3 meses. As análises bioquimicas foram realizadas a partir de amostras de soros coletadas de pacientes antes e após a intervenção. Os resultados demonstraram uma diminuição no nível de carbonilação de proteínas, sugerindo uma ação protetiva do exercício físico no dano oxidativo nas proteínas celulares. Observou-se também uma diminuição nas espécies reativas por DCFH, assim como uma diminuição significativa na atividade da catalase. A partir disso, pode-se observar benefícios do exercício físico na redução do estresse oxidativo em pacientes com doença Alzheimer.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/9256
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença de Alzheimerpt_BR
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectIdosospt_BR
dc.subjectExercícios físicos de baixa intensidadept_BR
dc.titleEfeitos do exercício físico de baixa intensidade em parâmetros de estresse oxidativo em idosos com doença de Alzheimerpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR

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